Ir para o menu de navegação principal Ir para o conteúdo principal Ir para o rodapé

ARTIGOS

v. 13 (2025): Percepta - Revista de Cognição Musical

A contribuição da musicoterapia no desenvolvimento neuropsicomotor de uma paciente com alterações no cromossomo 8: um estudo de caso

DOI
https://doi.org/10.34018/2318-891X.13e025012
Enviado
abril 1, 2025
Publicado
01.12.2025

Resumo

Este estudo de caso investiga os efeitos da intervenção musicoterapêutica no desenvolvimento neuropsicomotor de uma paciente com alteração no cromossomo 8. Foram realizadas 17 sessões de musicoterapia durante o ano de 2024, com o objetivo de estimular funções motoras, cognitivas, emocionais e de comunicação. A metodologia baseou-se em técnicas de musicoterapia neurológica, incluindo a utilização de instrumentos musicais, improvisações rítmicas e vocais, e atividades estruturadas. Os resultados demonstraram melhorias significativas na coordenação motora, no controle inibitório, na atenção e no engajamento musical, apesar de desafios persistentes na vocalização. Este trabalho destaca o potencial da musicoterapia como ferramenta eficaz para promover o desenvolvimento global em condições genéticas raras, contribuindo para a literatura e abrindo caminhos para novas pesquisas na área.

Referências

  1. André, A. M. B. (2017). Tradução e validação da Escala Nordoff Robbins de Comunicabilidade Musical (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal de Minas Gerais. Recuperado de https://musica.ufmg.br/musicoterapia/wp-content/uploads/sites/10/2018/08/Disserta%C3%A7%C3%A3o-Tradu%C3%A7%C3%A3o-e-Valida%C3%A7%C3%A3o-da-Escala-Nordoff-Robbins-de-Comunicabilidade-Musical.-Aline-Moreira-Brand%C3%A3o-Andr%C3%A9.pdf
  2. André, A. M. B. (2021). Estudo de revisão da utilização das Escalas Nordoff Robbins: “Relação Criança-Terapeuta na Experiência Musical Coativa” e “Musicabilidade: Formas de Atividade, Estágios e Qualidades de Engajamento.” Revista Música, 21(1), 443–466. https://doi.org/10.11606/rm.v21i1.173943
  3. André, A. M. B., & Loureiro, C. M. V. (2019). Musicoterapia, autismo e Escala de Comunicabilidade Musical: um estudo de caso. Revista Brasileira de Musicoterapia, XIX(23), 32–44.
  4. Batalha, J. C. R., Almeida, G. L. de, Ruiz, E. C. R., & Miranda, L. L. (2022). Musicoterapia e seus efeitos no ambiente hospitalar. Research, Society and Development, 11(6), e12411626747. https://doi.org/10.33448/rsd-v11i6.26747
  5. Brites, L. (2022). Musicoterapia: quais são seus benefícios. NeuroSaber. Recuperado em 17 de Outubro de 2025, de https://institutoneurosaber.com.br/artigos/musicoterapia-quais-os-beneficios/
  6. Bruscia, K. E. (2016). Definindo Musicoterapia (3a ed.). Gilsum, NH: Barcelona Publishers. (Assumi Gilsum, NH como o local de publicação, que é o padrão para essa editora/edição).
  7. Polipalli, S. K., Karra, V. K., Jindal, A., Puppala, M., Singh, P., Rawat, K., & Kapoor, S. (2016). Cytogenetic analysis for suspected chromosomal abnormalities; A five years experience. Journal of Clinical and Diagnostic Research, 10(9), GC01–GC05. https://doi.org/10.7860/JCDR/2016/19926.8494
  8. Thaut, M. H., & Hoemberg, V. (2014). Handbook of neurologic music therapy. Oxford, Reino Unido: Oxford University Press.
  9. Thaut, M. H., & Hoemberg, V. (2016). Handbook of neurologic music therapy. Oxford, Reino Unido: Oxford University Press.
  10. Veado, M. V., & Leite, M. F. (2022). Síndrome de Microdeleção 8q21.11: um relato de caso e seu seguimento no Brasil. Brazilian Journal of Development, 8(12), 79286–79296. https://doi.org/10.34117/bjdv8n12-162

Artigos Semelhantes

<< < 1 2 3 4 5 6 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.