Este artigo discute como os professores de música lidam com a inclusão escolar nas redes públicas básicas de ensino de Salvador. O referencial teórico utilizado foi a Teoria de Autoeficácia de Albert Bandura (1997), um constructo da Teoria Social Cognitiva (TSC). A investigação utilizou o repertório da Análise de Conteúdo, como definida por Laurence Bardin (2011). Os resultados mostram que, embora os professores tenham uma confiança moderada em suas habilidades (autoeficácia), eles acreditam na inclusão escolar e se julgam professores inclusivos, tendo a inclusão como uma obrigação moral e ética. Fatores como isolamento profissional, gestão emocional e infraestrutura inadequada impactam negativamente a autoeficácia. Além disso, é unânime o desejo por uma formação voltada para o tema e específica em música e obtenção de recursos e materiais específicos no ensino de música que ajudem a apoiá-los na inclusão de alunos com deficiência.
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